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Design de Interiores · Lisboa

Design de interiores em Lisboa, do andar pombalino ao T3 no Parque das Nações

Do Chiado à Avenida de Roma, da Baixa Pombalina ao Parque das Nações: um estúdio lisboeta que assume o projeto e a obra, fala com os empreiteiros e entrega a casa acabada, em português, inglês ou alemão.

A Ponte 25 de Abril sobre o Tejo, em Lisboa, com o Cristo Rei na margem sul

O estúdio é daqui

Um estúdio de design de interiores que vive em Lisboa

A Daradiant Interiors é o estúdio de Dania Lima, designer de interiores em Lisboa. Somos quem sobe as escadas do prédio antes da escritura para perceber o que é parede-mestra e o que pode abrir, quem mede um andar de gaveto ao fim da tarde para ver de onde vem a luz, e quem fica ao seu lado até ao dia em que o último quadro é pendurado.

O Room of Wonders, um quarto em Lisboa, mostra a nossa linguagem: veludo esmeralda, latão, uma secretária mostarda e papel de parede às riscas. Cor com intenção, marcenaria à medida e luz bem colocada. Falamos com os empreiteiros em português e com a família em português, inglês ou alemão, o que faz diferença em casais mistos e quando um dos dois ainda está fora do país. O mesmo estúdio trabalha também na Alemanha, na Renânia do Norte-Vestefália: foi lá, em Heinsberg, que nasceu o quarto de criança The JJ Project, e quem vive entre os dois países encontra uma página dedicada a Düsseldorf.

  • Projeto completo com obra: remodelação de T2 e T3 em prédios antigos e recentes
  • Consultoria de uma sessão para decidir planta, cores e materiais antes de comprar ou de arrancar
  • Marcenaria à medida para pés-direitos altos, vãos irregulares e arrumação que ainda não existe
  • Coordenação de empreiteiros, marceneiros e fornecedores, com atualizações em fotografia e vídeo
  • Quartos de criança, salas, cozinhas e casas de banho, e espaços comerciais na cidade

Bairros e tipologias

Cada bairro de Lisboa pede um projeto diferente

Um andar na Baixa e um T3 no Parque das Nações não se desenham com a mesma receita. Antes de escolher um tecido, lemos o edifício.

01

Chiado e Baixa Pombalina

Gaiola de madeira, tetos altos, lojas sob arcadas e até quatro pisos de habitação. As paredes de frontal fazem parte da estrutura sísmica e não se removem: a planta nova trabalha com elas, alargando vãos, aproveitando a altura para arrumação e deixando a luz das janelas altas chegar ao fundo do andar.

02

Campo de Ourique, Estefânia e Avenidas Novas

Prédios de rendimento em quadrícula e gaioleiros da Avenida da República e da Almirante Reis: T2 e T3 com sala à rua e quartos traseiros virados ao saguão. Trabalhamos a luz indireta, a cozinha aberta para a sala, a ventilação e a arrumação em altura. Nos blocos de meados do século, com elevador, o pedido mais comum é a remodelação completa.

03

Alvalade, Areeiro e o andar herdado

Bairros planeados dos anos 40 a 60 (o plano de Alvalade, de Faria da Costa, é de 1945) com plantas ortogonais sólidas, soalho de madeira e escadas em mármore. É a casa dos pais que se herda e se quer respeitar sem viver num museu: mantemos o soalho e as portas, refazemos cozinha e casas de banho, e damos-lhe a segunda vida que merece.

04

Parque das Nações, Telheiras e Lumiar

Condomínios posteriores à Expo 98, com garagem, vidros duplos e acabamentos de promotor. Aqui não há obra estrutural: o trabalho é dar alma (mobiliário, têxteis, iluminação em camadas, marcenaria à medida) e proteger as varandas viradas a poente do calor e do encandeamento sobre o rio.

Na Lapa, na Estrela e no Príncipe Real, entre palacetes, azulejos e fachadas protegidas, o luxo está em restaurar e em iluminar bem. Em Marvila e no Beato, nos lofts das antigas fábricas, o desafio é a acústica e o zonamento de um pé-direito duplo. Se o seu andar não cabe em nenhuma destas linhas, ainda melhor, é por aí que começa a conversa.

Antes de arrancar

Remodelar em Lisboa: licenças, condomínio e o que pode (e não pode) mudar

Não somos gabinete de arquitetura nem entidade licenciadora, coordenamos com os técnicos responsáveis. Mas sabemos o que perguntar antes de a obra começar, e isso poupa meses.

Obras de acabamentos

Cozinha, casa de banho, pavimentos, pintura e carpintaria, em regra, não precisam de licença. Exceção que conta no centro de Lisboa: em edifícios classificados, em vias de classificação ou em zona de proteção (grande parte da Baixa Pombalina e do Chiado) pode ser exigida licença mesmo para obras de conservação. Remover paredes interiores é possível quando não afeta pilares, vigas, lajes ou paredes de suporte, e é isso que se confirma primeiro, com um engenheiro, antes de desenhar a planta.

Fachada, cobertura e estrutura

Alterar janelas, fechar varandas, abrir a cobertura para um terraço ou tocar na estrutura exige licença ou comunicação prévia à Câmara Municipal, os prazos e o enquadramento mudaram com o Simplex Urbanístico (DL 10/2024), por isso confirmamos sempre o caso concreto com a Câmara e com o técnico responsável antes de calendarizar a obra. Insistimos sempre em contrato escrito com o empreiteiro, com âmbito, preço, prazos e técnico responsável identificados, independentemente do valor da obra.

O condomínio

Partes comuns e fachada precisam de dois terços em assembleia; como regra geral, obras ruidosas fazem-se em dias úteis, entre as 8h e as 20h (Regulamento Geral do Ruído), e fora desse horário é preciso licença especial de ruído da Câmara. Preparamos consigo a comunicação ao condomínio e ao administrador, em Lisboa, uma obra bem anunciada é meio caminho para uma obra sem conflitos.

Uma nota para quem compra no centro em 2026: nas zonas de contenção de alojamento local (Santa Maria Maior, Misericórdia, Santo António) comprar é comprar para viver. O projeto que desenhamos é o de uma casa, com a arrumação, o conforto e a durabilidade que uma casa exige. É exatamente o âmbito do nosso design de interiores full-service.

Sala de estar em tons quentes, com sofá de tecido claro, candeeiro de pé e luz natural suave a entrar pela janela

Luz e conforto

Luz, humidade e conforto: desenhar para o clima de Lisboa

Lisboa tem cerca de 2.800 horas de sol por ano, e invernos húmidos, com humidade relativa acima de 80 % em dezembro e janeiro e chuva concentrada entre outubro e dezembro. Os prédios antigos, tradicionalmente sem aquecimento central e sem isolamento, ficam mais frios dentro do que fora. Um bom projeto de interiores trata o conforto de inverno como item de projeto, não como remendo.

Ao mesmo tempo, a luz forte de sul desbota tecidos e madeiras. Escolhemos materiais que envelhecem bem com ela (lioz, carvalho, cortiça, azulejo artesanal) e desenhamos as cortinas em camadas, para filtrar sem escurecer.

  • Aquecimento reversível ou piso radiante, desumidificação, tapetes e cortinas forradas, planeados desde o conceito
  • Rebocos à base de cal e tintas respiráveis nas paredes de alvenaria antiga, em vez de as selar
  • Segunda janela interior e portadas quando a fachada é protegida e a caixilharia não pode mudar
  • Ventilação cruzada e extração desenhadas na planta nas cozinhas e casas de banho viradas ao saguão
  • Tecidos estáveis ao UV e sombreamento exterior nas varandas viradas ao rio

Room of Wonders · Lisboa

Um quarto em Lisboa, do conceito ao último detalhe

Marcenaria à medida do chão ao teto, uma paleta de esmeralda, mostarda e terracota, e iluminação em latão pensada para as noites e para as manhãs.

Cama de veludo esmeralda com cabeceira curva, almofadas amarelo-douradas e verde-salva, candeeiro de latão de vários braços com globos de vidro e papel de parede bege às riscas
Room of Wonders, Lisboa, a cama de veludo esmeralda com cabeceira curva sob o candeeiro de latão de vários braços.
Canto de trabalho com secretária amarelo-mostarda em cascata, cadeira tubular azul-petróleo, candeeiro de pé de latão e prateleiras abertas ao lado de um aparador em bordô
A secretária mostarda em cascata transforma um canto do quarto em posto de trabalho.
Nicho de parede com quatro prateleiras suspensas de madeira com livros e vasos, sobre um aparador em bordô, de seis gavetas, iluminado por um pendente de globo de latão
Nicho com prateleiras à medida e o aparador em bordô, arrumação que aproveita a altura.
Detalhe da cabeceira com mesa de apoio azul com uma jarra de túlipas, dois pendentes finos de latão, cortinado terracota e a cama de veludo esmeralda
Cabeceira com pendentes de latão e cortinas terracota, a luz de sul filtrada, não bloqueada.

Como trabalhamos aqui

Como decorre um projeto connosco em Lisboa

Começa com uma visita ao andar, se possível antes da escritura. Lemos a estrutura, a orientação solar, o estado das instalações e as escadas por onde tudo terá de subir. Quem ainda está fora de Lisboa começa por vídeo, com plantas e fotografias, e recebe em 24 horas uma proposta gratuita, dividida por fases.

O conceito corre por vídeo: moodboards, planta, mapa de acabamentos e iluminação, com cada decisão registada por escrito. Em obra, coordenamos empreiteiros, marceneiros e fornecedores e enviamos atualizações em fotografia e vídeo em cada marco, acompanha tudo sem ter de estar lá todos os dias.

Depois há a logística lisboeta, que não se improvisa: medir vãos de escada e portas antes de encomendar o sofá, agrupar entregas para um quarto andar sem elevador, marcar os trabalhos ruidosos dentro do horário do condomínio. No fim, o dia de styling, chega a uma casa terminada, sem caixas por abrir. Quem quer testar primeiro marca um 1:1 Design Call; quem quer ver o resultado num quarto real abre a página de projetos.

E porque na Daradiant os sonhos nunca são grandes demais, o programa Design com Coração abre a porta a mais famílias em Lisboa: projetos pro-bono Radiant Hearts e pacotes a preço reduzido, com valores sob consulta. Pedidos como estes cabem no programa: o escritório de um T2 em Alvalade que passa a quarto de criança, a sala de um andar herdado em Benfica que precisa de luz. Quando o que falta é apenas uma decisão bem tomada, a consultoria de design resolve numa sessão.

Perguntas frequentes

As dúvidas que nos chegam como designer de interiores em Lisboa

Quanto custa um projeto de design de interiores em Lisboa?

Depende da dimensão do andar e do âmbito: uma consultoria de uma sessão, um projeto de e-design ou uma remodelação completa com obra são coisas diferentes, por isso não trabalhamos com tabelas por metro quadrado. Envie-nos o pedido e receberá, em 24 horas, uma proposta gratuita, transparente e dividida por fases. Se preferir tirar dúvidas primeiro, o 1:1 Design Call custa 99 € por 60 minutos, via Google Meet.

Preciso de licença da câmara para remodelar o meu apartamento em Lisboa?

Para obras interiores que só mudam acabamentos (cozinha, casa de banho, pavimentos, pintura, carpintaria) não. Exceção que conta no centro: em edifícios classificados, em vias de classificação ou em zona de proteção, pode ser exigida licença mesmo para obras de conservação. Fachada, varandas, cobertura ou qualquer alteração estrutural exigem licença ou comunicação prévia à Câmara Municipal de Lisboa, os prazos mudaram com o Simplex Urbanístico (DL 10/2024), pelo que confirmamos o enquadramento com a Câmara antes de desenhar. Coordenamos o projeto com os técnicos responsáveis, arquiteto e engenheiro, mas não somos a entidade licenciadora nem substituímos esses profissionais.

Posso abrir a planta num prédio pombalino ou gaioleiro?

Só onde não há paredes estruturais. Num prédio pombalino, as paredes de frontal fazem parte da gaiola de madeira que protege o edifício em caso de sismo e não se removem. Nos gaioleiros, as paredes-mestras de alvenaria sustentam os pavimentos de madeira. Avaliamos sempre com um engenheiro antes de desenhar e, muitas vezes, a resposta certa é alargar vãos e trabalhar a luz, não deitar paredes abaixo.

O condomínio pode impedir a minha obra?

Obras dentro da sua fração, que não toquem em partes comuns, não dependem do condomínio. Já a fachada, as varandas, a cobertura ou o vão das janelas exigem aprovação por dois terços em assembleia. Como regra geral, obras ruidosas fazem-se em dias úteis, entre as 8h e as 20h (Regulamento Geral do Ruído); fora desse horário é preciso licença especial de ruído da Câmara, e o regulamento do condomínio pode ser mais restritivo. Verificamos ambos antes de calendarizar. Preparamos consigo a comunicação ao condomínio e ao administrador antes de a obra arrancar.

A minha casa é fria e húmida no inverno. O design de interiores resolve?

Em boa parte, sim, desde que o conforto seja tratado como tema de projeto e não como acessório. Planeamos aquecimento reversível ou piso radiante, desumidificação, rebocos respiráveis nas paredes antigas, cortinas forradas e tapetes sobre soalho ou mosaico, e ventilação nas divisões viradas ao saguão. Quando a fachada o permite, as janelas são o maior ganho. Não prometemos isolamento total num prédio com mais de cem anos, mas prometemos uma casa muito mais confortável.

Trabalham em toda a área metropolitana de Lisboa?

Sim. O serviço abrange toda a área metropolitana: além da cidade, a Linha de Cascais (Algés, Oeiras, Carcavelos, Estoril, Cascais), Sintra, Loures e Odivelas, e a margem sul: Almada, Costa da Caparica, Seixal e Setúbal. Para o Centro do país temos páginas próprias para Aveiro, Coimbra, Leiria, Pombal e Figueira da Foz, com visitas ao local incluídas no processo. Para o resto do país e para a diáspora, o e-design.

Fazem só decoração ou também acompanham a obra?

As duas coisas, e a diferença fica clara logo na proposta. A consultoria de design é uma sessão para decidir planta, cores ou materiais; o e-design entrega o projeto completo à distância; o design de interiores full-service inclui coordenação de empreiteiros, marcenaria à medida, fornecedores, entregas e o dia de styling final. Se o que procura é decoração de interiores sem obra (mobiliário, têxteis, iluminação e arrumação), esse âmbito também existe e fica escrito na proposta.

Que projeto já fizeram em Lisboa?

O Room of Wonders, um quarto em Lisboa que pode ver na página de projetos: cama de veludo esmeralda com cabeceira curva, iluminação em latão, secretária mostarda em cascata, aparador em bordô, papel de parede às riscas e cortinas terracota. É uma boa amostra da nossa linguagem (cor com intenção, marcenaria à medida e luz bem colocada) numa casa em Lisboa.

Onde mais trabalhamos

Também servimos a Linha de Cascais, Sintra e a margem sul

A partir de Lisboa, o serviço abrange Algés, Oeiras, Paço de Arcos, Carcavelos, Parede, Estoril e Cascais; Sintra, Amadora, Loures e Odivelas a norte; e Almada, Costa da Caparica, Seixal e Setúbal na margem sul. Para o Centro do país, com visitas ao local incluídas no processo e conceito por vídeo, veja as nossas páginas para design de interiores em Aveiro, Coimbra, Leiria, Pombal e Figueira da Foz. Para o resto do país e para quem prepara uma casa em Portugal a partir do estrangeiro, o e-design entrega o projeto completo à distância.

Do diário

Ler antes de remodelar em Lisboa

Também a propósito: como fazer um T2 pequeno funcionar e, se a segunda casa for na costa, os materiais que resistem à maresia.

O seu andar em Lisboa merece um projeto à altura

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