Das varandas a poente da Avenida 25 de Abril às casas de azulejo do Bairro Novo e às moradias com jardim de Tavarede: desenhamos interiores que aguentam o sal, a nortada e os meses de casa fechada, e que continuam a saber a férias em pleno janeiro.
Da frente de mar à Serra da Boa Viagem: as casas da Figueira
A Figueira da Foz tem duas vidas ao mesmo tempo. É uma cidade de trabalho (porto, marina, pesca, papel e vidro) e é a antiga Rainha das Praias, o veraneio que deixou à cidade o Bairro Novo de Santa Catarina: uma grelha de casas com beirais de azulejo e varandas Arte Nova e Art Déco, o Casino e a Torre do Relógio de 1947.
Na Figueira, quase todas estas casas pedem uma remodelação e não uma casa vazia. Um T2 dos anos oitenta comprado pela vista sobre a Claridade, com cozinha fechada e alumínios corroídos. Um andar do Bairro Novo com quartos virados a norte. Uma casa de emigrante em Alhadas, retalhada em salas pequenas. O nosso trabalho é decidir o que fica, o que sai e o que passa a existir.
Remodelação completa de apartamentos de frente de mar e de andares antigos do centro
Projeto de interiores para moradias em Tavarede, Quiaios e nas freguesias rurais
Marcenaria à medida: cozinhas, roupeiros ventilados, arrumação de praia
Preparação de casas de férias para uso próprio ou para alojamento local
Coordenação de empreiteiros, marceneiros e fornecedores locais, com relatório em foto e vídeo
Zonas e tipologias
Cada bairro da Figueira pede um projeto diferente
O que a casa é determina metade das decisões. Estas são as quatro situações mais comuns no concelho, e cada uma pede um design de interiores diferente.
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Bairro Novo e centro histórico
O quarteirão de veraneio, hoje dividido em apartamentos: tetos altos, azulejo, varandas e divisões traseiras a norte com luz fria. Aqui o trabalho é preservar e clarear, paleta quente, iluminação em camadas e marcenaria à medida de paredes que não são retas.
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Frente de mar e Avenida 25 de Abril
Blocos dos anos sessenta a noventa sobre a praia urbana, com varandas a poente e T1 ou T2 comprados pela vista. Abrimos a cozinha à sala, criamos arrumação de praia e substituímos o que a maresia comeu, ferragens, caixilhos, tecidos desbotados.
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Buarcos e Tavarede
Em Buarcos, casas baixas na malha antiga sob a Serra da Boa Viagem: paredes espessas, humidade ascendente, pouca luz. Em Tavarede, moradias com jardim e sempre o mesmo pedido: sala e cozinha num só espaço, escritório e quartos que crescem com as crianças.
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Margem sul, Quiaios e freguesias rurais
São Pedro, Cova e Gala, do outro lado da Ponte Edgar Cardoso, vivem de surf, dunas e vento: pedem acabamentos que aguentem areia e lavagens frequentes. Em Quiaios, Alhadas ou Maiorca são quintas e casas de emigrantes, compartimentadas à espera de uma cozinha de família.
Clima e materiais
Maresia, nortada e humidade: escolhas que duram
Uma boa remodelação na Figueira da Foz começa no clima: o vento sopra de norte onze meses por ano, o inverno é chuvoso e, em julho, a nortada domina a tarde. Um projeto que ignore isto fica bonito em fotografia e cansado ao fim de dois verões.
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Paredes que respiram
Em prédios antigos sem isolamento, tintas minerais ou de cal em vez de vinílicas, betumes antifúngicos nas zonas húmidas e ventilação pensada antes da cor. Onde é possível, cortiça e vidros duplos que não desfigurem a fachada.
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Luz de poente, luz de norte
As salas viradas ao mar recebem sol baixo e forte ao fim do dia: cortinados forrados com voile por trás, tecidos estáveis aos UV e acabamentos mate. Os quartos das traseiras, com luz fria de norte, pedem o contrário.
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Ferragens que não cedem ao sal
Inox 316 e alumínio termolacado nas varandas, latão lacado ou bronze junto a janelas que se abrem, teca no exterior e acrílicos tingidos na massa nos estofos. Um guarda-vento envidraçado transforma uma varanda inutilizável em julho na melhor divisão da casa.
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Meses de casa fechada
Roupeiros ventilados e afastados das paredes exteriores, camas sobre estrados ripados, carvalho multicamada ou porcelânico em vez de maciço, desumidificação programada e aquecimento decidido antes do primeiro móvel.
Do nosso portefólio
Projetos de interiores: a linguagem que trazemos para a Figueira da Foz
Quinta Maluhia, sala e canto de leituraO Mundo da Sophia, quarto de criança com banco de janelaG56, cozinha aberta com ilha em pedraBrick & Bloom, cozinha de exterior e terraço
Como trabalhamos
O seu projeto de interiores na Figueira, a partir do estúdio em Lisboa
A Daradiant Interiors tem estúdio em Lisboa e é a Dania Lima, designer de interiores, quem conduz cada projeto, em português, inglês ou alemão. A Figueira fica a uma viagem pela A1 e pela A17, por isso as fases que só resultam com alguém dentro da casa acontecem lá: medições, acompanhamento nos momentos em que um erro sai caro e o dia de styling final, agrupadas em blocos, não espalhadas por meias tardes.
Tudo o resto (conceito, moodboards, plantas, materiais) corre por videochamada. É o que torna o processo confortável para quem vive em Coimbra, gere a casa a partir de Lisboa ou só cá vem em agosto, vindo de França, da Suíça ou do Luxemburgo. No terreno falamos português com empreiteiro, marceneiro e fornecedores; entre visitas, recebe fotografia e vídeo.
Design de interiores na Figueira da Foz, o essencial
Fazem projetos de design de interiores na Figueira da Foz mesmo tendo estúdio em Lisboa?
Sim. O estúdio é em Lisboa e a Figueira fica a uma viagem pela A1/A17: as fases que exigem alguém dentro da casa acontecem lá, medições, acompanhamento da execução e o dia de styling. Entre elas, o design de interiores avança por videochamada, com atualizações em fotografia e vídeo.
Quanto custa um projeto de interiores na Figueira da Foz?
Depende da dimensão da casa e de quanto do trabalho quer entregar-nos. Conte-nos o que tem em mãos e respondemos em 24 horas com uma proposta gratuita, faseada e transparente. O único preço fixo que publicamos é o 1:1 Design Call com a Dania Lima, 99 € por 60 minutos.
Que materiais recomendam para um apartamento junto à praia?
Ferragens em inox 316 ou alumínio termolacado, latão lacado em vez de latão cru, tintas minerais ou de cal que deixam as paredes respirar, betumes antifúngicos, carvalho multicamada ou porcelânico e tecidos estáveis aos UV a poente. No exterior, teca ou alumínio, com acrílicos tingidos na massa.
Como evito humidade e bolor num apartamento que fica fechado de outubro a maio?
Com decisões tomadas ainda na fase de projeto: roupeiros ventilados e afastados das paredes exteriores, colchões sobre estrados ripados, ventilação mecânica ou desumidificação programada, acabamentos permeáveis ao vapor e uma estratégia de aquecimento (bomba de calor ou piso radiante) definida antes do primeiro móvel.
Trabalham com casas antigas do Bairro Novo ou de Buarcos?
Sim. A ideia é manter o que dá identidade (azulejos, cantarias, caixilhos, pés-direitos altos) e resolver o que falta: isolamento, vidros duplos que respeitem a fachada, aquecimento e arrumação. O centro histórico, o Bairro Novo e Buarcos estão em Áreas de Reabilitação Urbana aprovadas em 2014; os incentivos fiscais são assunto para o seu contabilista, o interior é connosco.
Podem preparar um T2 de férias para alojamento local?
Sim, na parte de design de interiores, mobiliário e coordenação de obra; o licenciamento de alojamento local é da responsabilidade do proprietário. Trabalhamos durabilidade, limpeza fácil e arrumação de praia, com uma identidade que se lê como Figueira e não como catálogo: azulejo, madeira e tons de Atlântico.
Vivo no estrangeiro. Conseguem gerir a obra sem eu estar presente?
É uma boa parte do que fazemos. O conceito corre por videochamada, com moodboards e plantas para aprovar de onde estiver. No terreno falamos português com empreiteiro, marceneiro e fornecedores; as fases presenciais são agrupadas em blocos, com atualizações em fotografia e vídeo entre elas. Se preferir manter tudo à distância, o e-design acompanha-o.
Também fazem cozinhas e roupeiros à medida?
Sim, é parte do processo e não um extra. Em prédios antigos com paredes fora de esquadria e vãos altos é muitas vezes a única forma de ganhar arrumação sem perder proporção, veja os projetos G56 e Romina & CW.
Zonas próximas
Para além da cidade: Buarcos, Quiaios e o resto do Baixo Mondego
Muitas das casas da região ficam fora da malha urbana: uma casa de férias entre pinheiros em Quiaios, uma moradia em Cova-Gala, uma quinta em Montemor-o-Velho ou Soure, um apartamento na Praia de Mira. O raciocínio é o mesmo, com mais telhado e mais parede a cuidar.
Procura um designer de interiores para o resto do corredor? Trabalhamos em Coimbra, a quarenta quilómetros pela A14, em Aveiro, Leiria e Pombal, com o estúdio em Lisboa. E como a Dania também trabalha em alemão e acompanha clientes na Renânia do Norte-Vestefália, incluindo Düsseldorf, a partir do estúdio em Lisboa, uma casa dividida entre dois países é território conhecido.
A moradia em Pombal, Leiria ou na Figueira avança enquanto a família está em França, na Suíça ou no Luxemburgo, e as decisões ficam todas para as três semanas de agosto. Um guia prático sobre o que se decide por vídeo, o que espera pela viagem e como acompanhar a obra com relatórios em foto e vídeo.
Metade dos problemas de uma casa junto ao mar são de construção e ventilação; a outra metade são decisões de design. Um guia prático de metais, madeiras, tintas, pavimentos e têxteis que sobrevivem a um inverno de casa fechada.
Três orçamentos para a mesma casa, três valores sem nada em comum. Explicamos os quatro modelos de honorários usados em Portugal, o que cada fase de projeto entrega e as oito perguntas a fazer antes de assinar.
Envie-nos a planta, o anúncio ou meia dúzia de fotografias e diga-nos quando quer estar lá dentro: respondemos em 24 horas com uma proposta gratuita e faseada, com o inverno da Figueira da Foz já contemplado. Prefere esclarecer dúvidas primeiro? Marque um 1:1 Design Call, 99 € com a Dania.