Quanto custa um projeto de design de interiores em Lisboa?
Depende da dimensão do andar e do âmbito: uma consultoria de uma sessão, um projeto de e-design ou uma remodelação completa com obra são coisas diferentes, por isso não trabalhamos com tabelas por metro quadrado. Envie-nos o pedido e receberá, em 24 horas, uma proposta gratuita, transparente e dividida por fases. Se preferir tirar dúvidas primeiro, o 1:1 Design Call custa 99 € por 60 minutos, via Google Meet.
Preciso de licença da câmara para remodelar o meu apartamento em Lisboa?
Para obras interiores que só mudam acabamentos (cozinha, casa de banho, pavimentos, pintura, carpintaria) não. Exceção que conta no centro: em edifícios classificados, em vias de classificação ou em zona de proteção, pode ser exigida licença mesmo para obras de conservação. Fachada, varandas, cobertura ou qualquer alteração estrutural exigem licença ou comunicação prévia à Câmara Municipal de Lisboa, os prazos mudaram com o Simplex Urbanístico (DL 10/2024), pelo que confirmamos o enquadramento com a Câmara antes de desenhar. Coordenamos o projeto com os técnicos responsáveis, arquiteto e engenheiro, mas não somos a entidade licenciadora nem substituímos esses profissionais.
Posso abrir a planta num prédio pombalino ou gaioleiro?
Só onde não há paredes estruturais. Num prédio pombalino, as paredes de frontal fazem parte da gaiola de madeira que protege o edifício em caso de sismo e não se removem. Nos gaioleiros, as paredes-mestras de alvenaria sustentam os pavimentos de madeira. Avaliamos sempre com um engenheiro antes de desenhar e, muitas vezes, a resposta certa é alargar vãos e trabalhar a luz, não deitar paredes abaixo.
O condomínio pode impedir a minha obra?
Obras dentro da sua fração, que não toquem em partes comuns, não dependem do condomínio. Já a fachada, as varandas, a cobertura ou o vão das janelas exigem aprovação por dois terços em assembleia. Como regra geral, obras ruidosas fazem-se em dias úteis, entre as 8h e as 20h (Regulamento Geral do Ruído); fora desse horário é preciso licença especial de ruído da Câmara, e o regulamento do condomínio pode ser mais restritivo. Verificamos ambos antes de calendarizar. Preparamos consigo a comunicação ao condomínio e ao administrador antes de a obra arrancar.
A minha casa é fria e húmida no inverno. O design de interiores resolve?
Em boa parte, sim, desde que o conforto seja tratado como tema de projeto e não como acessório. Planeamos aquecimento reversível ou piso radiante, desumidificação, rebocos respiráveis nas paredes antigas, cortinas forradas e tapetes sobre soalho ou mosaico, e ventilação nas divisões viradas ao saguão. Quando a fachada o permite, as janelas são o maior ganho. Não prometemos isolamento total num prédio com mais de cem anos, mas prometemos uma casa muito mais confortável.
Trabalham em toda a área metropolitana de Lisboa?
Sim. O serviço abrange toda a área metropolitana: além da cidade, a Linha de Cascais (Algés, Oeiras, Carcavelos, Estoril, Cascais), Sintra, Loures e Odivelas, e a margem sul: Almada, Costa da Caparica, Seixal e Setúbal. Para o Centro do país temos páginas próprias para Aveiro, Coimbra, Leiria, Pombal e Figueira da Foz, com visitas ao local incluídas no processo. Para o resto do país e para a diáspora, o e-design.
Fazem só decoração ou também acompanham a obra?
As duas coisas, e a diferença fica clara logo na proposta. A consultoria de design é uma sessão para decidir planta, cores ou materiais; o e-design entrega o projeto completo à distância; o design de interiores full-service inclui coordenação de empreiteiros, marcenaria à medida, fornecedores, entregas e o dia de styling final. Se o que procura é decoração de interiores sem obra (mobiliário, têxteis, iluminação e arrumação), esse âmbito também existe e fica escrito na proposta.
Que projeto já fizeram em Lisboa?
O Room of Wonders, um quarto em Lisboa que pode ver na página de projetos: cama de veludo esmeralda com cabeceira curva, iluminação em latão, secretária mostarda em cascata, aparador em bordô, papel de parede às riscas e cortinas terracota. É uma boa amostra da nossa linguagem (cor com intenção, marcenaria à medida e luz bem colocada) numa casa em Lisboa.